A metáfora no trabalho clínico
Valeska Maria Zanello de Loyola

Na clínica psicanalítica temos um contexto de dissimetria instaurado e sustentado pela regra fundamental e pela técnica analítica, incitadora da transferência. Nele, as experiências de linguagem e de escuta da metáfora são essencialmente diferentes para o paciente e para o analista. Este livro tem como escopo apontar as funções que a metáfora exerce quando proferida neste contexto, seja na associação livre do paciente, seja na interpretação analítica. O livro é composto, assim, por três capítulos: no primeiro, é apresentado um panorama detalhado da história da metáfora desde a Grécia Antiga até as teorias atuais da Filosofia da Linguagem; no segundo, é abordado o encontro da clínica com a metáfora, através dos sintomas histéricos; no terceiro capítulo, são apresentados excertos de casos clínicos sob a luz das teorias previamente estudadas. Apontamos as seguintes funções da metáfora na associação livre do paciente: nomeação, potenciação, encobrimento/disfarce. Já na interpretação do analista, destacamos: nomeação, construção, revitalização, phármakon, promoção de humor, criação de intimidade, mas também a possibilidade da sugestão, do tecnicismo e da pedagogia.




A autora e seu livro.


Amigos e Família prestigiando o Lançamento.


Colegas Docentes presentes ao Lançamento (I).


Colegas Docentes presentes ao Lançamento (II).


Colegas Docentes presentes ao Lançamento (III).


Colegas, Alunos e Familiares.


Colegas e Alunos da Autora.


Momento dos Autografos (I).


Momento dos Autografos (II).


Momento dos Autografos (III).